Gosto de ficar sozinha no meu quarto, ouvindo música, lendo meus romances e assistindo Netflix. A solidão, quando é escolha e não imposição, torna-se uma dádiva. Pois bem, moro com meus pais e meu irmão mais novo, a diferença é de apenas dois anos, tenho 22 e ele 20. Está um homem lindo e considerando suas atitudes muito maduro.
Certo dia, ao chegar do trabalho às 19hs, me deparo com a casa vazia e com um bilhete dos meus pais na geladeira dizendo que iriam passar a noite fora, era aniversário de casamento deles. Eu achei ótimo, meu irmão só chegaria da faculdade ás 22hs então teria a casa só pra mim esse tempo. Tiro a roupa do trabalho, coloco uma música no som da sala e fico dançando só de toalha pela casa. Depois tomo um banho demorado e vou para o quarto. Seco o cabelo, passo um hidratante no corpo todo, bem devagar, sem esquecer nenhum lugar. Olho me reflexo, minhas curvas, cor de pele e bate um tesão no mesmo instante. Me sento na cama de perna aberta na frente do espelho e passo a massagear minha xaninha. Começo devagar, apenas sentindo o toque. Exploro meus lábios, seguro o clitóris com o polegar e o indicador e remexo pra cá e pra lá. Esfrego a fenda com o dedo médio e enfio um pouco, só a pontinha, ao mesmo tempo em que mexo no meu peito e mordo o lábio inferior passando a língua constantemente. Já estou quase deitada, toda arreganhada quando começo a introduzir dois dedos na minha bucetinha, a essa hora ele já está encharcada com meu mel.
Sigo apertando meu peito e esfregando meu mamilo, além de aumentar o ritmo da siririca. Jogo minha cabeça pra trás sentindo um fogo intenso na buceta. Precisava de algo mais grosso que apenas meus dedos. Peguei a minha escova de cabelo, o cabo era de madeira bem liso e no tamanho e grossura ideal. Passo a toalha antes de começar a enfiá-lo devagar, vai entrando pouco a pouco e eu tremendo de tesão, a lubrificação natural da minha buceta deixou mais fácil. Inicio o vai-e-vem ritmado, enfio e massageio o meu botão, chego até a dar umas tapinhas na testa depilada e a mexer no cuzinho enquanto vou batendo a siririca.
Minha cama ficava do lado da porta que deixei aberta, pois não tinha ninguém mesmo em casa, esse foi meu erro, ou talvez minha sorte. Quando, por um segundo olho o espelho novamente, vejo meu irmão refletido com a calça nos pés e batendo uma punheta na minha porta. Já era 10 da noite, o tempo passou voando. Ele percebe que eu o vi e sorri. Eu fiquei vermelha na hora, dei um gritinho de susto e me encolhi na cama olhando pra ele. Nisso ele entra no quarto ainda sorrindo, vem até mim e não fala nada, só me abraça. Sua rola dura encosta nas minhas pernas e eu sinto uma onda enorme de desejo pelo me irmãozinho. Então, sem cerimônia ele segura meu rosto e me beija.
Eu o beijo de volta e puxo-o pra cima de mim, quero sentir seu corpo, que apesar de ser mais novo é mais alto que eu. Ele tira a escova, abaixa a cabeça em direção a minha bucetinha e começa a lambê-la. Eu tremi na primeira lambida e me contorci toda. Ele continua lambendo, enfia um, dois dedos, não para de lamber. Ele estica meus lábios com a boca e chupa meu grelinho, dá até uma mordidinha e vem me beijar de novo. Eu estou fervendo, querendo ele dentro de mim.
Sem demora, seguro seu pau e encaixo na minha bucetinha, ele protesta. Se afasta e pega uma camisinha no bolso da calça. Segurança sempre. Kkkk. Enquanto ele tira o restante da roupa e abre a camisinha eu o chupo. Ponho aquele pau cheiroso na minha boca e faço um boquete digno. Puxo pra baixo a pele que o encobre e chupo a glande toda, o masturbo com as duas mãos e deixo só a cabeça na boca. Faço uma garganta profunda e volto a chupar a cabecinha. Lambo toda a extensão e coloco seu saco na boca, mas não para de bater punheta.
Enfim ele desenrola a camisinha e coloca no pau, eu deito e abro as pernas. Ele enfia sem esforço e me come de frango assado. Eu fico gemendo no seu ouvido, “vai maninho, me come, fode essa bucetinha. Fode tua irmã puta. Hummm, ahhh”.
Ele também fala ofegante, “tá gostando, tá? Minha putinha. Vou comer essa bucetinha todo dia. Delícia de buceta”.
Ficamos assim até ele gozar dentro da minha buceta. Ele tira o pau, tira a camisinha recheada de porra e me faz chupar. Eu limpo sua rola com a boca e o beijo. Eu falo, “acho que preciso de um outro banho, kkkk”, ele responde, “eu posso te ajudar a se lavar”. Então fomos ao banheiro juntos.
Lá, ele ainda me chupou debaixo do chuveiro quente. Eu também o chupei. Quando saímos do banho, fomos nos trocar cada um no seu quarto. Mas não poderíamos perder a oportunidade de estarmos sós. Dormimos de conchinha na cama de nossos pais.
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